Coletivo Mala Ateliê
São Paulo, Brasil, 1979
[Julli Pop]
São Paulo, Brasil, 1981
[Gui Rossi]
Vivem e trabalham em São Paulo, Brasil
Mala Onda, 2021
madeira, amplificador de som, microfone, bateria
COMPOSIÇÃO
28 × 21 × 8 cm
DIMENSÕES
livre
EDIÇÃO
Criado em parceria com os artistas Julli Pop e Gui Rossi, Mala Ateliê propõe uma investigação profunda ao incentivar que a criança descubra o que a mala contém, instigando a manipular, brincar e criar com o seu conteúdo. A brincadeira da Mala Onda é perceber as diferentes ondas produzidas e sentidas pelo corpo. As ondas visuais e sonoras são exploradas por meio de filtros que podem ser acoplados ao óculos e microfone. O alto falante deixa a brincadeira mais divertida. Quais são os diferentes tipos de som que podem ser produzidos com essa linda maletinha?!


Mala Ateliê é um coletivo formado por Juliana Carnasciali (JulliPop) e Gui Rossi, artistas educadores e atelieristas que, desde 2020, mantêm viva uma pesquisa cotidiana sobre o brincar, a experiência, a matéria, o corpo e as muitas maneiras de perceber e inventar o mundo em diferentes tempos e atenções.
Julli é licenciada em Artes Visuais pela Faculdade de Belas Artes e pós graduada em Caminhada Como Método para Arte Educação, pela Casa Tombada, com coordenação de Edith Derdyk. Foi premiada duas vezes pelo Instituto Arte na Escola / Prêmio Arte na Escola Cidadã. Desde 2017 pesquisa o ateliê como prática pedagógica e dentro dessa perspectiva colaborou com ações em lugares como: Sesc; Ateliê Bináh; A Casa Tombada; Carandá Educação; Colégio Bandeirantes; Colégio Vital Brazil; Colégio Albert Sabin; Colégio Salesiano; Escola Eduque; Projeto Kalambaka, em Portugal; Escola Crescimento, no Maranhão; Conversa de Quintal; O Pequeno Colecionador; entre outros... Também integra a banda Casa Bagunçada, por meio da qual asa pesquisa avança por meio da música. Gui Rossi, cenógrafo e inventor. Sua trajetória passa por Portugal onde fez residência artística e apresentou seu trabalho na Feira de Arte Contemporânea em Madrid, Espanha. Realizou a cenografia da Expo Amazônia Brasil no museu Miraikan, Tóquio, Japão; e, posteriormente, em Singapura e na Coreia do Sul. Em 2010 foi convidado pelo Governo Federal para construir e conceber o pavilhão do Brasil na Cop 16, no México, onde foi concebida uma mostra da Expo Amazônia Brasil. Em 2011 realizou a exposição Amazônia Mundi, no Sesc Itaquera. Integrou a equipe de cenografia de duas peças indicadas ao Prêmio Shell de Teatro na categoria cenário – Peça Só e Raptada pelo Raio. Também foi responsável pela construção e concepção da obra Sound And Mirror na 32ª Bienal de Artes de São Paulo, 2016. Tem passagens pela Tubofil, Galeria Virgílio, SQ Maquetes e Bienal Internacional de São Paulo. Como educador lecionou no Ateliê Tempo Espaço e ainda atua no Colégio Vital Brazil.
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