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Gustavo Prado

São Paulo, Brasil, 1981 

Vive e trabalha no Rio de Janeiro, Brasil

Desde o fim até o começo I, 2023

metal e pintura automotiva azul 

17.5 × 22 cm 

edição 30 + 4 PA 

SOBRE A OBRA


O pião de Gustavo Prado vem com a palavra TEMPO impressa em sua superfície. No entanto, as letras se dissolvem conforme o objeto é rotacionado. Brincar com essa obra é também se perder no tempo...

SOBRE O ARTISTA


Utilizando diferentes linguagens, Gustavo Prado investiga a relação entre espaço, percepção e realidade. Suas obras tensionam o familiar e o inesperado, explorando temas como vigilância, privacidade, inteligência artificial e sobrecarga de informação. A partir de materiais cotidianos e combinações inusitadas, o artista provoca dúvidas e deslocamentos na maneira como percebemos o mundo. Estudou Filosofia e Design Industrial e recebeu sua formação artística na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, no Rio de Janeiro. Seus trabalhos foram apresentados em bienais como a Bienal do Museu do Bronx e a Bienal BRIC, em Nova York, e a 13ª Bienal do Mercosul, em Porto Alegre. Suas obras também foram exibidas em espaços institucionais como o Museu de Arte Moderna, o Paço Imperial e a Funarte, no Rio de Janeiro, bem como no Itaú Cultural, em São Paulo. Realizou exposições individuais na Galeria Lurixs, no Rio, na Galeria Nara Roesler, em São Paulo, e na Galerie Richard, em Nova York. Possui obras no acervo do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, apresentou uma grande instalação no Festival de Música Coachella, em 2017, na Califórnia, e criou uma instalação permanente de arte pública para o Instituto Casa Firjan, no Rio, além de instalações temporárias para o Central Park, em Nova York; o Jardim Botânico, no Rio; e o Jardim Botânico, em Miami. Ele também realizou projetos site-specific para espaços projetados por arquitetos como Norman Foster, David Chipperfield e Álvaro Siza. Prado recebeu uma Bolsa de Arte Pública do Art Prize 10 e é laureado com o Prêmio Projéteis de Arte Contemporânea da Funarte. Prado participou de inúmeros painéis públicos, como “Uma Tentativa de se Tornar Moderno”, na Americas Society, publicou ensaios críticos em publicações de arte brasileiras, como o Instituto Moreira Salles, e é editor e cofundador da Revista Jacaranda.

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