Sandra Cinto
Santo André, Brasil, 1968
Vive e trabalha em São Paulo, Brasil
A Bailarina Encantadora e o Palhacinho Equilibrista, 2022
piso de borracha reciclada antiderrapante, cones truncados de concreto pintado, compensado naval ou madeira com pintura especial para exterior, aros de alumínio pintados e guizos de metal
1.15 × 2 × 0.4 m cada
edição 10 + 3 PA
SOBRE A OBRA
"Minha intenção foi fazer uma homenagem ao circo e propor uma integração das crianças com os personagens — A Bailarina Encantadora e o Palhacinho Equilibrista — representados nas duas gangorras que serão ativadas pelas crianças. O picadeiro estrelado de 6 metros de diâmetro, revestido com piso emborrachado é a área onde as duas gangorras ficarão e também servirão como mobiliário para pais e cuidadores sentarem, observarem as crianças e socializarem entre si." Sandra Cinto
SOBRE A ARTISTA
Sandra Cinto apropria-se freqüentemente de fotografias, por vezes retratos, que são associadas a outros objetos, como esculturas de madeira que simulam livros ou camas. Como nota o historiador da arte Tadeu Chiarelli, todos esses suportes ou elementos formam um ponto de encontro e difusão de infinitas narrativas, jamais concluídas, e comumente se configuram como soluções concebidas para espaços específicos. A artista traz para sua produção a desestruturação de certos conceitos formalistas, aliando em seus trabalhos procedimentos diversos, como o desenho, a escultura e a fotografia. Como aponta ainda Chiarelli, em sua produção há obras em que sonho e realidade parecem coexistir em silenciosa e contraditória harmonia. Sandra Cinto é escultora, desenhista, pintora e gravadora. Formou-se em educação artística nas Fatea | Faculdades Integradas Teresa D'Ávila, em Santo André, São Paulo, em 1990. Um ano depois, expõe no Laboratório de Estudos e Criação da Pinacoteca do Estado de São Paulo. Em 1992, realiza suas duas primeiras exposições individuais no Centro Cultural São Paulo, em São Paulo, e na Galeria Espaço Alternativo, no Rio de Janeiro. Faz seu primeiro trabalho de ilustração em 1996, para a Folha de S.Paulo. No ano de 1997, recebe o Prêmio Aquisição no Salão de Arte Contemporânea Victor Meirelles e participa da Feira Internacional de Arte Contemporânea, em Madri. A partir de 1998, leciona desenho de expressão na Faculdade de Artes Plásticas da FAAP | Fundação Armando Penteado e coordena, junto com o artista Albano Afonso, o grupo de estudos do Ateliê Fidalga, em São Paulo. Passa seis meses como artista residente na Cité des Arts, em Paris, no ano 2000. Em 2005, recebe o prêmio residência da Civitella Foundantion, em Ubertide, Itália. Desde 1990, faz diversas exposições coletivas e individuais, como MAM na Oca e Construção, em 2006, e A Cor da'Água, em 2010. Sua obra está exposta em coleções como a do MAM-SP | Museu de Arte Moderna de São Paulo; o Museu de Arte da Pampulha, em Belo Horizonte; e a Fundação Arco, na Espanha.







