
André Komatsu
São Paulo, Brasil, 1978
Vive e trabalha em São Paulo, Brasil
André Komatsu integra a geração que cresceu com a retomada da democracia no Brasil e viu o neoliberalismo ser implementado pelas políticas econômicas nos anos 1990. É neste contexto que nasce sua obra. O artista questiona as diferentes formas de atuação do homem no mundo, a maneira como lida com o espaço urbano e com os poderes estabelecidos.
De suas exposições individuais, destacam-se Estrela escura, na Galeria Vermelho, em São Paulo (2018); Ordem Casual, no Futurdome, em Milão (2018); When the sun falls down, na Cont(in)una Project/ Galleria Continua, em Pequim (2017); Construção de Valores, no Redbull Station, em São Paulo (2017); e Projeto Bolsa Pampulha, do Museu da Pampulha, em Belo Horizonte (2006). Participou de coletivas como No habrá nunca una puerta. Estás adentro, na Fundação Santander, em Madri (2019); Navalha na carne, no Paglione D’Arte Contemporanea (PAC), em Milão (2018); Troposphere, no Beijing Minsheng Art Museum, em Pequim (2017); Avenida Paulista, no MASP Museu de Arte de São Paulo, em São Paulo (2017); Pedra no céu – Arquitetura e arte de Paulo Mendes da Rocha, no MUBE Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia, em São Paulo (2017); So much that it doesn’t fit here (É tanta coisa que não cabe aqui) – 56ª Bienal de Veneza, Pavilhão do Brasil, em Veneza (2015); entre outras. Suas obras integram acervos de instituições como TATE Modern, de Londres; MOMA Museu de Arte Moderna de Nova York; Pinacoteca do Estado de São Paulo; MACBA Museu de Arte Contemporânea de Barcelona; e MIMA Middlesbrough Institute of Modern Art.


